O INSTITUTO

O Instituto Comsentir é um centro de psicologia que oferece serviço de atendimento psicológico individual e em grupo, para adolescentes e adultos em busca de informações e auxílio sobre questões relacionadas à temática da sexualidade e diversidade de gênero, dentro do campo psicológico e emocional. Nossa equipe é formada por psicólogas qualificadas que realizam estudos na área da psicologia clínica e da sexologia.

A sexualidade se apresenta como um tema tabu em nossa sociedade, sendo frequentemente negligenciada, censurada ou mal compreendida. Isso decorre do fato de que ao tratar do tema, acredita-se que será enfatizada apenas a esfera sexual, negligenciando as demais implicações que o termo possui. Quando tratamos de sexualidade, além da questão sexual biológica propriamente dita, também estamos no campo dos afetos, das emoções e sentimentos e das relações pessoais e interpessoais. A sexualidade tem papel determinante na nossa configuração enquanto seres humanos, dotados de sensações e desejos, e isso se aplica em todas as esferas da vida, tanto particular – nas relações com as pessoas mais próximas, como na relação amorosa ou familiar; quanto nas relações da esfera pública – escola, trabalho e instituições sociais diversas.

O que podemos constatar, através da crescente onda de interesse da população pelas questões do feminismo decorrente das diversas acusações de assédio, estupro e demais formas de violência e discriminação sofrida pelas mulheres e outros grupos LGBT´S (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais), é que há a necessidade de compreender e conhecer melhor as questões da sexualidade (em todas as esferas) e suas implicações nas relações humanas, para que tais problemas diminuam e são continuem a serem difundidos e propagados. Nosso objetivo é, portanto ampliar o debate desses fenômenos na atualidade, tanto no contexto individual quanto coletivo, trazendo mais conhecimento através de uma linguagem simples e direta.

QUEM SOMOS

CAROLINA DIAS (CRP 08/21233)

Psicóloga clínica graduada em Psicologia pela Universidade Federal do Paraná no ano de 2014 e especialista em Psicologia da Saúde e hospitalar pelas Faculdades Pequeno Príncipe. Possui experiência em psicoterapia individual em consultório particular, psicoterapia breve aplicada a pacientes internados em hospitais e seus acompanhantes, e com trabalho em saúde coletiva e mediação grupal por meio de prática em Centro de Atenção Psicossocial em Curitiba e Campo Largo. Também tem experiência na criação de grupos de debates sobre sexualidade e diversidade de gênero com adolescentes dentro de instituições de ensino.

JAMILE NASCIMENTO (CRP 08/21250)

Psicóloga clínica graduada em Psicologia pela Universidade Federal do Paraná em 2014; pós-graduanda em Sexologia Humana e Saúde pela Universidade Positivo. Já trabalhou com saúde coletiva, mediação de grupos terapêuticos no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) em Curitiba, atendendo usuários de álcool e outras drogas psicoativas. Também atua como psicoterapeuta em consultório particular, trabalhando com questões ligadas a gênero, sexualidade, orientação sexual e relacionamentos, com adolescentes, jovens e adultos. Além da atuação no consultório, nutre interesse e estudos sobre a relação da Psicologia e as questões da mulher, em transformação e inseridas num contexto histórico-cultural em constante movimento.

PATRÍCIA MONTEIRO (CRP 08/19148)

Psicóloga clínica graduada em Psicologia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) no ano de 2013. Mestre em Psicologia, com ênfase na linha de Práticas Educativas e Produção de Subjetividade, também pela UFPR. Especialista em Saúde da Criança e do Adolescente pelo Programa de Residência Multiprofissional em Psicologia das Faculdades Pequeno Príncipe, tendo trabalhado como psicóloga hospitalar no Hospital Pequeno Príncipe, como psicóloga especialista em um Centro de Atenção Psicossocial Infantil (CAPSi) e como psicóloga da atenção básica no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) em uma Unidade Municipal de Saúde da Prefeitura de Curitiba.

SIMONE PASSOS VALESI (CRP 08/16568)

Psicóloga clínica graduada em Psicologia pela Universidade Positivo em 2010; especializada em  Psicologia da Saúde da Criança e do Adolescente pela Residência em Psicologia da Faculdade Pequeno Príncipe em 2017; especializada em Psicologia da Saúde e Psicologia Hospitalar pela Faculdade Pequeno Príncipe em 2016; Especializada em Saúde Mental, Psicopatologia e Psicanálise pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-PR) em 2013 e formação em Psicanálise pela Associação Psicanalítica de Curitiba (APC) em 2013. Já trabalhou com saúde mental e saúde pública (SUS) em Unidade Básica de Saúde e tem experiência na atenção especializada e Psicologia Hospitalar por trabalho realizado no Hospital Pequeno Príncipe.

DEPOIMENTOS

Meu caminho em meio as várias linhas terapêuticas começou cedo, logo quando criança – pelo divórcio dos pais, rescendo mais um pouco, uma certa rebeldia para me encaixar nesse mundo seguida pela maior crise de todos os tempos – minha adolescência e tudo que ela agrega. Anos se passaram e sempre fui acompanhada por excelentes profissionais que me deram um ótimo suporte e por mais éticos que fossem, para mim, tinham lugar cativo nos espaços de amigos e pessoas de confiança. Era entrar em um mundo sabendo que o tempo me pertencia, que eu era ouvida, nem que fosse por mim mesma, o que diga-se de passagem, esquecemos de fazer com certa frequência. A terapia, independente da linha seguida (acredite, já experimentei a maioria), te ensina sobre você mesmo, você ensina sobre si mesmo! Hoje, não vou porque meus pais acham que preciso, por recomendações de outros médicos, ou algo do tipo, vou porque me faz bem, vou por mim! Ouço de muitos, mas o que você tanto fala, eu não preciso, isso é bobagem, resolvo meus problemas sozinho… Meus caros, joguem-se, terapia não é coisa (só) de louco, deixem os pré conceitos bobos de lado e marquem um horário na sua agenda para você mesmo, é no mínimo viciante!

Amanda, 25 anos, estudante

Todo estudante ou profissional de psicologia já deve ter se deparado com a seguinte afirmação “Você fez psicologia para se entender não é”. Na verdade não é bem assim. Todos nós, em algum momento da vida, passamos por problemas, sofrimentos, questões que extrapolam nossa capacidade de autorreflexão e autonomia. Enfrentar situações que nos paralisam e que não parecem ter soluções é algo que acontece com nós psicológos e com a grande maioria das pessoas. Quando percebi que estava passando por esse momento da vida, quando percebi que não tinha instrumentos para lidar com todas as questões que estavam postas na minha realidade e que conversas cotidianas com amigos e familiares não davam mais conta de me ajudar a suportar tudo, percebi que era o momento de procurar ajuda profissional. A decisão de começar a psicoterapia começou a ser o caminho mais plausível. A relação estabelecida na psicoterapia, o cuidado existente entre psicólogo e a pessoa não podem ser comparados com qualquer outro tipo de relação existente. É uma relação e um momento único que possibilita desvelar a origem dos nossos problemas, possibilita um outro olhar, um olhar de frente. Possibilita enfrentamento, superação e aceitação também. A psicoterapia oferece um espaço propicio parar conhecer nossas próprias potencialidades e nossos proprios limites, que também precisam ser conhecidos. Em síntese é um espaço para racionalizarmos sobre nossas dores, ao mesmo tempo em que, temos total liberdade para sentí-la.

Giovana, 23 anos, psicóloga

Nunca achei que fosse ser a pessoa que recomendaria terapia, mas hoje eu acredito e afirmo com convicção que acredito ser o caminho para a maioria das pessoas que conheço. Falo por experiência própria. Quando decidi começar a terapia, tinha plena crença de que não supriria algo que eu já tivesse com outras pessoas em minha vida. O que eu pude perceber com o tempo, é que a terapia é um momento seu, sem filtros. E que essa neutralidade a gente não constrói com ninguém, por mais íntima ou próxima que essa pessoa seja. Eu posso dizer que dentro de um ano e meio de terapia eu mudei completamente. Vejo hoje que eu era uma pessoa indecisa e insegura, porque não tinha clareza dos objetivos na minha vida. Isso refletia nos meus relacionamentos e na expectativa que eu criava das pessoas, e principalmente em mim mesma. Eu sinto que por ter mudado a maneira como eu me sentia, acabei refletindo e mudando a maneira como me relacionava e por consequência, todo o meu entorno. O mais legal de tudo isso, além de me sentir leve e em paz, é poder comparar o quanto a minha própria mente era confusa no início, e o quanto eu me sinto livre hoje. Posso dizer que estou muito mais à vontade com o meu passado, com o meu presente e com o que eu construí na vida e enquanto pessoa. Posso dizer que estou muito mais bem resolvida em relação aos meus próprios gostos e sexualidade, por exemplo. Através do processo de psicoterapia, desenvolvi confiança em mim mesma, e me vejo mais madura e segura de quem eu sou e das escolhas que faço, da minha capacidade e das minhas conquistas, e não abriria mão disso por nada.

Maria Eduarda, 24 anos, empresária

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A sexualidade se apresenta como um tema tabu em nossa sociedade, sendo frequentemente negligenciada, censurada ou mal compreendida. Isso decorre do fato de que ao tratar do tema, acredita-se que será enfatizada apenas a esfera sexual, negligenciando as demais implicações que o termo possui. Quando tratamos de sexualidade, além da questão sexual biológica propriamente dita, também estamos no campo dos afetos, das emoções e sentimentos e das relações pessoais e interpessoais.

Nosso objetivo é, portanto, ampliar o debate desses fenômenos na atualidade, tanto no contexto individual quanto coletivo, trazendo mais conhecimento através de uma linguagem simples e direta.

CONTATO

Rua Ébano Pereira, 164 Cj 82, Centro – Curitiba – PR
Horário de Atendimento: Segunda à Sábado das 08:00 às 20:00
(41) 9828-1924
(41) 9712-2400

SOBRE


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